
ainda houve quem guardasse
do já extinto abominável pesadelo
as unhas estragadas do gigante
que por luminosa vez se revelou
guardadas em cerrados punhos
porque em altura certa irá moê-las
descurando o moinho que é humano
para cobri-lo de seda noutro sonho
num tempo que se crê de espera
quer ressurrecto o grito do gigante
à sombra dum moinho cadáver
é neste encontro de cama lavada
que alguém ensina a receita
da sopa para o dia comum
8 comentários:
a minha receita para a vida passa por TI.
sempre!
(PELO PRAZER QUE É LER-TE)
beijos.
belo tempo que des-escreve esperas!
:-)
Abraço!
ah! e creio que gostarás de
http://es.geocities.com/univioleta/
creio... miguel de Barcelona, muito curioso!
Abraço!, maria tê
Je vis de ce désespoir qui m'enchante. J'aime cette mouche bleue qui vole dans le ciel à l'heure où les étoiles chantonnent. Je connais dans ses grandes lignes le désespoir aux longs étonnements grêles, le désespoir de la fierté, le désespoir de la colère....
:)
estive lá.
ma ra vi lha da!!!!!
beijos. a sorrir. Te. agradecida.
te respiro poesia
e me quedo
antes de a ti voltar
.
um beijo
este comentário é para apagares: é só para leres o email que te enviei, por favor
(delete it)
bjs, mt
Que prazer ter caido aqui por acaso, já "linkei" adorei ler e vou voltar para ver com mais detalhes,abraço
abraço dentro.
Enviar um comentário